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(Source: maitorvo)

"Yet, despite his non-existent range, Schwarzenegger has continually taken on projects that either cast him as a character with multiple identities (Raw Deal, Total Recall, True Lies, Escape Plan) or require him to play multiple characters (The 6th Day, the Terminator franchise). This results in a Hollywood hall of mirrors: Schwarzeneggers interacting with other Schwarzeneggers; Schwarzenegger pretending to be Schwarzenegger; Schwarzenegger discovering that he’s not the Schwarzenegger he believed himself to be, but a different, identical Schwarzenegger."

http://www.avclub.com/articles/why-last-action-hero-failedand-why-it-deserves-to,105120/

Jack Butler Yeats (1871-1957), The Fool Chase, 1942.

Jack Butler Yeats (1871-1957), The Fool Chase, 1942.

(Source: poboh)

“Quando vejo um sujeito dizendo que precisa de determinada roupa, de determinada comidinha, de determinado empreguinho, de determinada namoradinha, de determinado carrinho, tudo isso para não ficar tristinho, eu acho isso asqueroso! Temos que dizer como Einstein: ‘A felicidade é um ideal dos porcos’. Nós temos que buscar a realização de um supremo valor que torna a vida humana valiosa, independentemente de com isso obtermos sucesso ou sermos condenados à morte. Desta forma, o sacrifício é o único sentido da vida humana. Sacrifício significa a realização de uma obra sacra, sagrada. O sacrifício tem como finalidade fazer com que larguemos o mundo da ilusão egoísta, o mundo da auto-proteção, que é bom somente para as crianças, e encontrar satisfação em algo que transcenda a nossa própria pessoa, que seria o benefício da humanidade, ou mesmo de uma família. O homem que se sacrifica pela sua família já é um ser humano evoluído. Para que um indivíduo viva uma vida de auto-satisfação, é necessário que o mantenham dentro de suas fantasias infantis. O teste é o seguinte: retirem o sujeito de dentro desse universo protegido, e jogue-o sozinho numa determinada situação, e você verá que ele é menos que um bebê. O homem tem que estar preparado para saber que ele, individualmente, não pode ser nada. O homem só é alguma coisa em função do valor ao qual ele se dedica, pelo qual está disposto a morrer. Curiosamente, a negação da individualidade é a única condição de valoração da mesma. O indivíduo que morre por um valor de relevância universal, termina por encarnar em si este mesmo valor universal. Apenas esta postura do indivíduo humano perante os valores de abrangência universal é que pode fundamentar a Ética, ou a Moral, o resto é conversa fiada. O nosso valor reside naquilo que nós somos. A medida do quanto nós amamos, é o quanto nós nos sacrificamos. Se o que você ama é um carro importado, ou uma dose de cocaína, você vale apenas isso”.